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Água | Educação para a Sustentabilidade | Mobilidade | Ordenamento do Território |
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Consulte as Apresentações da Sessão
Pedro Macedo - UCP/ESB
Nuno Barros - LIPOR
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A Forestis – Associação Florestal de Portugal, está a organizar o Seminário Internacional “Floresta, Economia e Desenvolvimento Regional” nos dias 8 e 9 de Abril, no Porto. Espera-se que desenvolver reflexões sobre o actual momento da Floresta em Portugal e na Europa lançando as bases para um debate alargado e de grande relevância para o sector.
+ info: aqui |
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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) vai promover duas sessões de apresentação do "Folheto Descritivo do Manual Técnico para elaboração de Planos Municipais de Redução de Ruído". A primeira terá lugar no Porto, Auditório da FEUP, no dia 15 de Abril, das 14h30 às 17h00 e a segunda em Lisboa, Auditório do Metropolitano de Lisboa (sito na estação de metro do Alto dos Moinhos), no dia 16 de Abril, das 14h30 às 17h00.
+ info: aqui |
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 Realizadas no passado mês de Janeiro de 2008, as primeiras reuniões de reactivação dos Grupos de Trabalho Temáticos contaram com apresentações de diferentes projectos em curso nos novos municípios do Futuro Sustentável.
Consulte-as aqui. |
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CRE_PORTO oficialmente reconhecido pela Universidade das Nações Unidas
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O CRE_PORTO integra agora a rede internacional de Centros Regionais de Excelência (CRE), constituída por 61 Centros que estão distribuídos por todos os continentes e que têm como meta principal atingir os objectivos da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014).
O CRE_PORTO tem como principal objectivo o de aumentar a qualidade e articulação dos protagonistas, das iniciativas e dos equipamentos de educação ambiental da região e desenvolver e divulgar ferramentas para a implementação e boa condução de projectos. A meta é fazer mais com menos, de forma concertada e sinérgica, valorizando os recursos regionais (humanos, físicos e financeiros) e aumentando o impacto, a qualidade e a visibilidade das acções promovidas.
Uma iniciativa do CRE_PORTO que está prevista para 2009 é o lançamento de uma agenda comum de iniciativas de educação para o desenvolvimento sustentável, reunindo todas as actividades e projectos em curso promovidas por todos os parceiros.
Está ainda planeado o lançamento de uma revista metropolitana de educação para o desenvolvimento sustentável para os técnicos, professores e educadores ambientais, bem como a dinamização de uma rede regional de educadores ambientais.
O CRE_PORTO actuará ainda ao nível do apoio e identificação de projectos de investigação científica na área da educação para a sustentabilidade que possam ser dados a conhecer através de apresentações e publicações, tornando o conhecimento académico regional mais útil a todos os educadores no terreno.
Uma outra acção em curso é a criação da Academia Metropolitana do Ambiente, um plano de cursos práticos sobre ambiente destinados aos cidadãos dos 8 aos 80 que se interessam pela temática e que querem aprender mais, quer na teoria, quer na prática. Os vários parceiros do CRE_PORTO serão participantes activos na dinamização dos cursos, já que cada curso poderá incluir uma aprendizagem específica em cada um de diferentes equipamentos de educação ambiental da AMP.
Até ao momento, ao abrigo da cooperação entre Centros Regionais de Excelência, foram igualmente seleccionados seis jovens para frequentar acções de formação e estágios profissionais no Reino Unido.
O CRE_PORTO nasce na sequência do Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto – “Futuro Sustentável”.
O CRE_PORTO tem as características de uma nova geração de organizações:
imaterial, flexível, colaborativa, inclusiva e voluntária, estando organizado em quatro estruturas funcionais: a Comissão Directiva, a Comissão de Acompanhamento, a Comissão Científica e a Equipa Técnica.
Centros Regionais de Excelência: contexto global
Durante a Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de Joanesburgo (2002), onze das mais importantes organizações mundiais na área educacional e científica (UNU; UNESCO; International Association of Universities; Third World Academy of Sciences; African Academy of Science; Science Council of Asia; International Council for Science; World Federation of Engineering Organisations; Copernicus-Campus; Higher Education for Sustainable Development; University Leaders for a Sustainable Future) assinaram a Declaração de Ubuntu, cujo objectivo é fortalecer a cooperação entre os educadores e os investigadores e desenvolver programas educacionais para o desenvolvimento sustentável (todos os públicos – todos os níveis), bem como fortalecer a ligação entre a educação formal e não formal.
As entidades que assinaram a Declaração de Ubuntu trabalharam com a UNESCO para lançar a Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (DNUEDS) e o seu modo de implementação. E neste contexto surgiram os Centros Regionais de Excelência, que têm como meta principal atingir os objectivos da DNUEDS através da sua concretização no contexto real de cada comunidade.
Centros Regionais de Excelência: o que são
Um Centro Regional de Excelência é uma rede de entidades regionais relacionadas com a educação (formal, informal ou não-formal) que estão mobilizadas para trabalhar em conjunto e garantir à comunidade uma educação para o desenvolvimento sustentável. Contrastando com o conceito de organização formal, um CRE é, por outro lado, uma rede desenhada para fortalecer a colaboração para a EDS entre os actores locais e regionais. A rede local é voluntária, flexível e inclusiva.
Alguns dos CRE existentes são os de Munique, Toronto, Barcelona, Nairobi, Hamburgo, Yokohama, Jordânia, Pequim, Euroregião Rhine-Meuse (Bélgica, Holanda e Alemanha), Curitiba e Irlanda.
CRE_PORTO
O CRE_PORTO é uma das acções resultantes do Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto – Futuro Sustentável. No âmbito deste amplo projecto de planeamento participado pelos cidadãos, técnicos e especialistas, elaborou-se um diagnóstico da Educação para o Desenvolvimento Sustentável na região, identificando-se o estado da arte e os pontos fortes e menos fortes desta actividade.
A Área Metropolitana do Porto tem cerca de 40 equipamentos utilizados para a educação ambiental, mais de 120 entidades promotoras de iniciativas, nomeadamente câmaras municipais, fundações, museus, empresas de gestão de resíduos, empresas de tratamento e abastecimento de águas e de saneamento, agências de energia, centros de ciência, organizações não governamentais, associações de municípios, parques, entre outras. Cerca de 200 projectos de educação ambiental são desenvolvidos anualmente. Os equipamentos de educação ambiental (centros, parques, museus, centros de ciência) recebem cerca de 400.000 visitantes por ano. É uma área que garante directamente emprego a cerca de 100 técnicos.
Quem faz parte do CRE_PORTO?
O CRE_Porto está a ser promovido pela Área Metropolitana do Porto, pela Universidade Católica Portuguesa – Escola Superior de Biotecnologia e pela Direcção Regional de Educação do Norte, em parceria estreita com as entidades da região promotoras de iniciativas de educação ambiental. Até ao momento são membros do CRE_PORTO as seguintes entidades: Câmara Municipal da Maia; Câmara Municipal da Póvoa de Varzim; Câmara Municipal da Trofa; Câmara Municipal de Espinho; Câmara Municipal de Gondomar; Câmara Municipal de Matosinhos; Câmara Municipal de S. João da Madeira; Câmara Municipal de Santa Maria da Feira; Câmara Municipal de Santo Tirso; Câmara Municipal de Vale de Cambra; Câmara Municipal de Valongo; Câmara Municipal de Vila do Conde; Câmara Municipal do Porto; Câmara Municipal Oliveira de Azeméis; Comissão Nacional da UNESCO; Fundação de Serralves; Instituto Português da Juventude; Lipor – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto; Objectivo 2015 - Campanha do Milénio das Nações Unidas. |
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| Notícias relacionadas: CRE_PORTO |
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Todos podemos contribuir
Todos falam em proteger o ambiente... Mas é preciso saber como! Encontre aqui informação útil para que possa transformar-se num cidadão mais ecológico. |
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- Segundo diversos estudos, as fontes alternativas (energias renováveis) poderiam satisfazer metade das necessidades energéticas em 2050.
- Embora ocupem apenas 0,7% do fundo dos mares, os corais constituem o habitat de mais de 25% das espécies marinhas do planeta.
- Linha SOS Ambiente. 800 200 520O Ambiente agradece!
- Ajude a diminuir a quantidade de lixo, prefira produtos feitos de material reciclado!
- Consumo consciente! Evite adquirir produtos com excesso de embalagens descartáveis, pois uma vez que estes consomem recursos aquando da sua fabricação e aumentam a quantidade de lixo.
- A mudança climática poderá exigir uma maior necessidade de água para irrigação e condicionar a erosão dos solos e o aparecimento de novas pragas. Sugere-se a antecipação da sementeira do trigo e do mi
- Evite comprar móveis ou outros utensílios feitos com madeiras de árvores ameaçadas de extinção como mogno, imbuia, araucária, peroba, canela, marfim etc...
- Em 1996, 25% das espécies de mamíferos e 11% das espécies de aves encontram-se em risco de extinção.
- Dos 29 parques e reservas portugueses apenas 7 têm um plano de ordenamento e dos Sítios de Rede Natura apenas 1 possui plano de gestão!
- Se o actual ritmo de extinção continuar, a Terra poderá perder metade do total de espécies de plantas e animais nos próximos 50 anos.
- Os corais existem há mais de 200 milhões de anos, mas 25% já estão mortos e se o ritmo de destruição se mantiver poderão deixar de existir em apenas 30 a 50 anos.
- 43% é o número previsto para o aumento das emissões de gases com efeito estufa até 2020, segundo a Agência para a Protecção Ambiental norte-americana.
- Evite a contaminação da natureza! Procure consumir produtos cultivados sem o uso de pesticidas agrícolas, pois estes não têm impacte negativo na Natureza.
- Em 2025, prevê-se que devido à crescente procura de água (maior do que a oferta), cada duas em três pessoas do planeta tenham de enfrentar a escassez de água.
- O consumo global de água duplica em cada 20 anos, mais do dobro da velocidade de crescimento da população humana.
- No período 2080-2100, prevê-se um aumento da temperatura média do ar por todo país, especialmente no Verão e nas regiões do interior. Alguns modelos projectam reduções na precipitação média e na duraç
- Com o aumento da temperatura e subida do nível dos oceanos, um terço dos habitats terrestres poderão desaparecer, incluindo metade das florestas boreais!
- As mudanças na precipitação e temperatura poderão levar à redução do escoamento anual dos rios. A qualidade dos recursos hídricos, o aumento da frequência das cheias e das necessidades de água para a
- Especialmente problemático é a contaminação dos aquíferos – quase um terço do abastecimento de água em todo o mundo – pois ao contrário das águas superficiais, demoram centenas de milhares de anos a r
- Utilize a energia elétrica racionalmente! Evite deixar ligados aparelhos ou lâmpadas sem necessidade...
- As florestas remanescentes são destruídas a um ritmo anual 160 000 quilómetros quadrados – quase duas vezes a área de Portugal – principalmente na América do Sul, Sudeste Asiático e Africa.
- Evite comprar de adereços que utilizem peças de origem animal como penas, plumas, peles, marfim, ossos, etc...
- Se for mantido o actual ritmo de desflorestação, uma grande parte das 50 a 90% das espécies vivas do Planeta que vivem nas florestas será extinta a meio deste século.
- 4 Milhões de euros serão disponibilizados pela CE para projectos portugueses do programa Life-Natureza: preservação do peneiro-das-torres do sisão, de oito espécies raras da flora e dos habitats na Se
- 29 é o número Áreas Protegidas em Portugal. Existem ainda 29 ZPE, 90 Sítios da Rede Natura e 61 Sítios de importância Comunitária.
- Entre 50 a 100 espécies de animais e plantas desaparecem do planeta diariamente, num ritmo de extinção mais rápido do que em qualquer outro período nos últimos 65 milhões de anos.
- O apoio financeiro à agricultura biológica ou a práticas agrícolas que ajudem a conservar o solo contam apenas com 2% do total do orçamento agrícola nos países industrializados.
- A concentração de CO2 na atmosfera é hoje 30% maior do que no período pré-industrial, com um aumento de 281 partes por milhão (ppm) em 1800, para 327 em 1972, 356 em 1992 e 367 em 2002.
- A temperatura, os níveis de ozono troposférico e os alergénicos a aumentar, provocam doenças respiratórias. Aumentam também as doenças transmitidas pela qualidade de água e dos alimentos.
- A população mundial cifra-se agora em cerca de 6 mil de pessoas, ou seja, mais 140% relativamente à 50 anos atrás. Em 2050 seremos 9 mil milhões.
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