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Água | Educação para a Sustentabilidade | Mobilidade | Ordenamento do Território |
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Consulte as Apresentações da Sessão
Pedro Macedo - UCP/ESB
Nuno Barros - LIPOR
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A Forestis – Associação Florestal de Portugal, está a organizar o Seminário Internacional “Floresta, Economia e Desenvolvimento Regional” nos dias 8 e 9 de Abril, no Porto. Espera-se que desenvolver reflexões sobre o actual momento da Floresta em Portugal e na Europa lançando as bases para um debate alargado e de grande relevância para o sector.
+ info: aqui |
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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) vai promover duas sessões de apresentação do "Folheto Descritivo do Manual Técnico para elaboração de Planos Municipais de Redução de Ruído". A primeira terá lugar no Porto, Auditório da FEUP, no dia 15 de Abril, das 14h30 às 17h00 e a segunda em Lisboa, Auditório do Metropolitano de Lisboa (sito na estação de metro do Alto dos Moinhos), no dia 16 de Abril, das 14h30 às 17h00.
+ info: aqui |
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 Realizadas no passado mês de Janeiro de 2008, as primeiras reuniões de reactivação dos Grupos de Trabalho Temáticos contaram com apresentações de diferentes projectos em curso nos novos municípios do Futuro Sustentável.
Consulte-as aqui. |
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O Futuro Sustentável - Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto
O Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto – “Futuro Sustentável” – é um processo através do qual as autoridades trabalham em parceria com a comunidade na elaboração de um Plano de Acção de modo a proteger o ambiente, promover a sustentabilidade ao nível local e intermunicipal e melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Encetado em 2003, e nessa fase promovido pela LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com a dinamização por parte das autarquias de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia, tendo culminado em 2006 com a elaboração de Plano de Acção do Futuro Sustentável – Fase 1.
Em 2007, a Junta Metropolitana do Porto acolheu na sua estrutura o projecto “Futuro Sustentável” lançando o seu alargamento a sete novos municípios: Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, S. João da Madeira, Trofa e Vale de Cambra.
Os trabalhos de alargamento iniciados em Outubro de 2007 terminaram agora, em Julho de 2008, com a publicação do Plano de Acção para toda a Área Metropolitana do Porto.
No processo estiveram envolvidos mais de 5500 cidadãos e 320 entidades, ao longo das duas fases de trabalho. As prioridades foram definidas em conjunto: rios e ribeiros despoluídos; reforço da educação para a sustentabilidade; maior facilidade em andar a pé e de bicicleta; eficaz prevenção dos fogos florestais e defesa da biodiversidade.
Os problemas identificados no Diagnóstico Ambiental Regional, agora tornado público, são em alguns casos dramáticos. A região apresenta problemas graves, muitos projectos para os resolver mas sem sucesso devido à falta de articulação entre entidades.
Na Fase 1 foi ainda definida a Visão de Futuro para a região, resultante do processo de participação pública, na sua versão provisória pós-discussão no Grupo de Coordenador do Futuro Sustentável:
“Uma região com rios e ribeiros limpos, onde a água é usada de forma eficiente. Uma região com mais espaços verdes, vegetação natural e áreas protegidas. Uma região com mobilidade para todos, onde é fácil circular de transportes públicos, a pé e de bicicleta. Uma região que investe em educação para a sustentabilidade num patamar de maior qualidade. Uma região com maior cooperação entre entidades e participação efectiva dos cidadãos, investindo na qualidade de vida.”
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Em 2007 a Junta Metropolitana do Porto acolheu na sua estrutura o projecto “Futuro Sustentável” lançando o seu alargamento a sete novos municípios: Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, S. João da Madeira, Trofa e Vale de Cambra. |
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Objectivos
O processo apresenta como objectivos orientadores:
· Corrigir alguns dos problemas ambientais que se verificam na região;
· Definir um rumo para o seu desenvolvimento sustentável;
· Fortalecer a cidadania activa e responsável;
· Integrar políticas sectoriais e promover a articulação regional.
O processo apresenta como objectivos orientadores:
· Corrigir alguns dos problemas ambientais que se verificam na região;
· Definir um rumo para o seu desenvolvimento sustentável;
· Fortalecer a cidadania activa e responsável;
· Integrar políticas sectoriais e promover a articulação regional.
Estes objectivos serão alcançados através da:
· Realização de actividades de sensibilização ambiental e criação dos Conselhos Municipais de Ambiente;
· Preparação de um Diagnóstico Ambiental e de um Plano de Acção;
· Implementação, avaliação, monitorização e revisão do Plano de Acção.
Plano de Acção
Encontra-se actualmente disponível para consulta pública o Plano de Acção que detalha projectos âncora e modelos de intervenção para a Área Metropolitana do Porto (englobando os municípios da Fase 1 e os municípios da Fase de Alargamento).
O Plano de Acção tem o horizonte de 2013 para a sua concretização. |
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Todos podemos contribuir
Todos falam em proteger o ambiente... Mas é preciso saber como! Encontre aqui informação útil para que possa transformar-se num cidadão mais ecológico. |
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- Dos 29 parques e reservas portugueses apenas 7 têm um plano de ordenamento e dos Sítios de Rede Natura apenas 1 possui plano de gestão!
- Com o aumento da temperatura e subida do nível dos oceanos, um terço dos habitats terrestres poderão desaparecer, incluindo metade das florestas boreais!
- As florestas remanescentes são destruídas a um ritmo anual 160 000 quilómetros quadrados – quase duas vezes a área de Portugal – principalmente na América do Sul, Sudeste Asiático e Africa.
- 29 é o número Áreas Protegidas em Portugal. Existem ainda 29 ZPE, 90 Sítios da Rede Natura e 61 Sítios de importância Comunitária.
- Consumo consciente! Evite adquirir produtos com excesso de embalagens descartáveis, pois uma vez que estes consomem recursos aquando da sua fabricação e aumentam a quantidade de lixo.
- Se o actual ritmo de extinção continuar, a Terra poderá perder metade do total de espécies de plantas e animais nos próximos 50 anos.
- Utilize a energia elétrica racionalmente! Evite deixar ligados aparelhos ou lâmpadas sem necessidade...
- Especialmente problemático é a contaminação dos aquíferos – quase um terço do abastecimento de água em todo o mundo – pois ao contrário das águas superficiais, demoram centenas de milhares de anos a r
- O consumo global de água duplica em cada 20 anos, mais do dobro da velocidade de crescimento da população humana.
- Os corais existem há mais de 200 milhões de anos, mas 25% já estão mortos e se o ritmo de destruição se mantiver poderão deixar de existir em apenas 30 a 50 anos.
- Entre 50 a 100 espécies de animais e plantas desaparecem do planeta diariamente, num ritmo de extinção mais rápido do que em qualquer outro período nos últimos 65 milhões de anos.
- O apoio financeiro à agricultura biológica ou a práticas agrícolas que ajudem a conservar o solo contam apenas com 2% do total do orçamento agrícola nos países industrializados.
- Evite comprar de adereços que utilizem peças de origem animal como penas, plumas, peles, marfim, ossos, etc...
- Em 1996, 25% das espécies de mamíferos e 11% das espécies de aves encontram-se em risco de extinção.
- A mudança climática poderá exigir uma maior necessidade de água para irrigação e condicionar a erosão dos solos e o aparecimento de novas pragas. Sugere-se a antecipação da sementeira do trigo e do mi
- Se for mantido o actual ritmo de desflorestação, uma grande parte das 50 a 90% das espécies vivas do Planeta que vivem nas florestas será extinta a meio deste século.
- Evite a contaminação da natureza! Procure consumir produtos cultivados sem o uso de pesticidas agrícolas, pois estes não têm impacte negativo na Natureza.
- No período 2080-2100, prevê-se um aumento da temperatura média do ar por todo país, especialmente no Verão e nas regiões do interior. Alguns modelos projectam reduções na precipitação média e na duraç
- A população mundial cifra-se agora em cerca de 6 mil de pessoas, ou seja, mais 140% relativamente à 50 anos atrás. Em 2050 seremos 9 mil milhões.
- 43% é o número previsto para o aumento das emissões de gases com efeito estufa até 2020, segundo a Agência para a Protecção Ambiental norte-americana.
- A temperatura, os níveis de ozono troposférico e os alergénicos a aumentar, provocam doenças respiratórias. Aumentam também as doenças transmitidas pela qualidade de água e dos alimentos.
- Linha SOS Ambiente. 800 200 520O Ambiente agradece!
- Em 2025, prevê-se que devido à crescente procura de água (maior do que a oferta), cada duas em três pessoas do planeta tenham de enfrentar a escassez de água.
- A concentração de CO2 na atmosfera é hoje 30% maior do que no período pré-industrial, com um aumento de 281 partes por milhão (ppm) em 1800, para 327 em 1972, 356 em 1992 e 367 em 2002.
- Evite comprar móveis ou outros utensílios feitos com madeiras de árvores ameaçadas de extinção como mogno, imbuia, araucária, peroba, canela, marfim etc...
- 4 Milhões de euros serão disponibilizados pela CE para projectos portugueses do programa Life-Natureza: preservação do peneiro-das-torres do sisão, de oito espécies raras da flora e dos habitats na Se
- Segundo diversos estudos, as fontes alternativas (energias renováveis) poderiam satisfazer metade das necessidades energéticas em 2050.
- As mudanças na precipitação e temperatura poderão levar à redução do escoamento anual dos rios. A qualidade dos recursos hídricos, o aumento da frequência das cheias e das necessidades de água para a
- Ajude a diminuir a quantidade de lixo, prefira produtos feitos de material reciclado!
- Embora ocupem apenas 0,7% do fundo dos mares, os corais constituem o habitat de mais de 25% das espécies marinhas do planeta.
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